
FESTIVAL 2008

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Encerramento
Remendar o planeta: Helena Loermans, uma artista
holandesa persistente que há muito reside
em Portugal, convida quem se lhe quiser juntar
para uma utopia planetária:
tricotar um remendo para o buraco do ozono!
Começa na Praça do Giraldo e
termina no Espaço Celeiros, onde decorre
o jantar de encerramento do Festival.
Pelas 18h, encerramos a exposição
documental dedicada à revista da Casa
do Alentejo com um debate sobre revistas e
cultura no Alentejo. O debate junta Ana Dixo,
António Sancho, António Murteira
e Rui Arimateia, com moderação
de Carlos Trigo. É na sala de leitura
da Biblioteca Pública de Évora
e a entrada é livre.


Nova
crÓnica, de Regina GuimarÃes
Volta apenas
quando invejares
a majestade corcunda
das oliveiras.


A
partir de amanhÃ, Mundo Perfeito
A partir de amanhã é a história de uma mulher que imagina
a sua agenda a partir do dia em que está a falar com o público.


Oficina
do feltro, ColecÇÃo B
A lã de ovelha deixou de ter uso industrial e quase nenhum valor de mercado.
Com a oficina do feltro recuperamos as técnicas da terra, as vantagens
ecológicas e o prazer das pequenas coisas esquecidas. Na Moagem, Fundão,
40 pessoas aprendem a fazer feltro artesanal e constroem juntas uma grande peça
de feltro, que ali ficará instalada, a lembrar coisas perdidas no tempo
da lã…


CASA-MÃE, NATUREZA-MORTA
Uma sucessão de salas de visitas — sem
sombra de visitas — sobre fundo de melodias
da infância — sem rasto de infância...
como se fora um interminável museu do living-room…


A Casa do Alentejo e a sua revista
Esta exposição documental sobre a revista
publicada pela Casa Alentejo apresenta uma documentada
viagem pela história de um importante elemento
de agregação da diáspora alentejana.


Figura
morta con natura, Giorgia Maretta
Figura morta con natura é um espectáculo
de dança a partir de um quadro de Balthus
(O gato do mediterrâneo). Este espectáculo
foi um dos seleccionados para a Biennal of Young
Artists of Europe and the Mediterranean 2008.


Pan Pot, Le Petit Travers
Le Petit Travers é um colectivo francês
que apresenta uma tipologia de criação
baseada no cruzamento de diferentes linguagens artísticas,
do novo circo à dança, passando pelo
teatro, artes plásticas e grafismo/desenho.
A poética do espectáculo da escola
francesa tem aqui uma sua muito reconhecível
manifestação.


Ilhas, Teatro do Vestido
Um projecto que faz da
poesia, dos objectos, das pessoas e das situações
os motores da sua dramaturgia, que explora mecanismos
de criação
colectiva sem esquecer o aprofundar das relações
com a comunidade e o fundamental contacto com o
espectador. Estreia absoluta no Festival.


Na
cara: LÉo Cartouche
Marcado por uma extrema mobilidade e portabilidade,
como também por uma forte interacção
com o público, Na cara é uma
comédia onde as técnicas circences
se cruzam com as práticas do improviso,
o riso está sempre à espreita e a
fantasia e a surpresa surgem a cada instante.


A
casa na perspectiva de Sam Buxton, designer
inglÊs
criador do Mikro World
Nesta exposição itinerante, concebida para o Festival, pode apreciar
as miniaturas que povoam o espaço fantástico de um prédio
imaginário! Podia ser o seu! Venha ver!


A
Felicidade, Kubik
O cineconcerto intitulado A Felicidade é um espectáculo
de ar livre, onde a projecção de filme e a criação
musical se conjugam ao vivo na perfeição. A escolha do filme recai
sobre um dos clássicos onde a casa aparece
como lugar da felicidade (Felicidade,
de Medvedkine), um filme onde se respira, a
cada frame, um extraordinário
sentido de humor, radicalmente rebelde e livre.


Desafiar,
transgredir, cruzar fronteiras
Um programa de criação e performance apresentado, dia 12 de Agosto, às
21h 30, no Convento do Carmo, em Évora. Com Guillermo Gómez-Peña,
Roberto Sifuentes e um grupo de 25 artistas
nacionais e estrangeiros.


Escola
de VerÃo: Guillermo Gomez-PeÑa
/ La Pocha Nostra Escrita na Paisagem abre este ano
um novo formato: a realização em Agosto, de
uma Escola de Verão, em cada ano com um criador
de referência no panorama internacional. A
abertura do formato cabe a Guillermo Gómez-Peña.
A trans-culturalidade, a trans-geracionalidade e
a transdisciplinaridade são os conceitos que
servirão de tema para um trabalho intensivo,
que culminará numa apresentação
final.

O
Senhor ValÉry, VigilÂmbulo Caolho
Uma leitura teatral de O senhor Valéry,
do Gonçalo M. Tavares. O senhor Valéry,
personagem múltipla, encontra aqui corpo em
três actores-senhores, que fazem jus a todas
as estranhezas-subtilezas da personagem numa linguagem
dominada pelo gesto preciso e delirante.


Microglophone, Katraska Cia
Oriundos da Catalunha,
apresentam no contexto do Festival, Microglophone
um espectáculo
de rua no qual um clown e um DJ fazem sair de
dentro de uma grande casa — um cubo negro
móvel — diversas surpresas, objectos
e sons…


Dans
mes bras, L’Attraction Celeste
Em Dans mes bras,
no interior de um pequeno chapitô explora-se a relação
da arte circense com o handicap e
o acidente. Uma espantosa revisitação
do universo da baraque de foire, do Barnum
circus e do freak show num arrebatador
ambiente de magia, diversão e emoções.


Corpo
ilícito: Guillermo Gomez-PeÑa
Na sequência da apresentação,
em 2007, de Mapa Corpo,
Guillermo Gómez-Peña regressa para, com Roberto Sifuentes, apresentarem
na Casa da América Latina um ritual interactivo pondo-nos frente a frente
com o corpo ilícito de Roberto Sifuentes. Hierático e xamanístico,
Gómez-Peña empenha-se em convocar a acção
dos espectadores.


Na
cara: LÉo
Cartouche
Marcado por uma extrema mobilidade e
portabilidade, como também por uma forte interacção
com o público, Na cara é uma
comédia onde as técnicas circences
se cruzam com as práticas do improviso,
o riso está sempre à espreita e a
fantasia e a surpresa surgem a cada instante.


(O)
espÍrito do lugar: criaÇÃo
e patrimÓnio
Um circuito onde se cruzam os caminhos do património com os da criação
contemporânea. 7 artistas, 7 lugares do Alentejo, 7 obras criadas em diálogo
com o espírito do lugar que esperam
a sua visita.
  Encontros
da Luz: Arquitectura, arte e paisagem
Um encontro onde se cruzam as conferências, os debates e a apresentação
dos resultados do workshop Open houses.
Um encontro realizado no magnífico
contexto do Museu da Luz, com a casa, a paisagem
e a arte como tema.
  MÚsica
de mÁquina:
CaboSanRoque
Neste
espectáculo, a grande solista assume
a forma de uma antiga e barulhenta máquina
de lavar roupa, que se destaca pela sua capacidade
em interpretar as peças de roupa que lava.
Um electrodoméstico convertido num extraordinário
instrumento para um dos mais extraordinários
grupos da nova cena musical catalã.


Projecto
mÃe
Os corpos e vozes equacionam as relações
mãe-filho, com o desacerto dos desejos
e o desamparo das personagens a cada momento
mais forte e denso.


Lost
angels / Anjos perdidos
Shane Kinghorn (encenador
e professor da Manchester Metropolitan University,
Department of Contemporary Arts) apresenta
um espectáculo com 12 alunos,
realizado no quadro de formação do 3º ano da Licenciatura
em Teatro Contemporâneo e Performance
daquela universidade).
 
Janela
indiscreta - Uma plataforma internacional
de criaçÃo
universitÁria
13 dias de projectos
envolvendo professores e alunos das áreas de música, teatro, performance,
activismo radical, arquitectura, design, sociologia.
E workshops, encontros com o público
e os artistas e muitas actividades
paralelas.
  Concerto de abertura Na abertura
do festival, a música invade
a cidade, interpretada por jovens alunos da Universidade.
Uma iniciativa que visa deslocar o seu excelente
trabalho dos muros da Universidade para junto
dos cidadãos e turistas que circulam no
Centro Histórico de Évora.


The blue room / O quarto azul
Sob a coordenação exigente e
rigorosa de Fernanda Lapa, o projecto apresenta
uma leitura cénica do texto de David
Hare que constitui o trabalho de fim de semestre
dos alunos do Mestrado em Teatro (Actor e Encenação)
da U. de Évora.
  Na
floresta do alheamento
Projecto teatral dos alunos finalistas da Licenciatura
em Teatro — encenado
por Ana Tamen e com participação multimédia
de António
Caramelo. Um pretexto para revisitar Fernando Pessoa
integrando-o (e a nós) no horizonte de um universo
tecnológico.
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